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E quem disse que a natureza não está presente nas cidades?

O objetivo do UrbAnimals é exatamente esse: Dar uma visão que geralmente passa despercebida por todos diante de tanto trabalho e correria. A vida animal está presente tanto em nossos quintais como em parques e zoológicos.


O tema dos animais urbanos foi escolhido por mim não só pela certa dificuldade em ser estudante e viajar à procura de outros animais, mas também por se tratar de um tema importante, que mostra o quanto o homem já interferiu na vida do planeta, e como a natureza está se adaptando a isso.


Como futuro biólogo, tento aprender e difundir esse conhecimento cada vez mais, para que o homem entenda melhor cada uma dessas belas criaturas e aprenda a viver em harmonia com elas, trazendo assim um mundo melhor para todos, um mundo melhor para a vida.

Surpreenda-se. De cães a elefantes, de peixes a morcegos, o UrbAnimals vai te levar ao mundo de cada um deles.

Um grande abraço, Thom Girotto.

4 de novembro de 2011

UrbAnimals em Ubatuba - parte 6

Chegamos ao nosso destino, o Projeto TAMAR de Ubatuba! Logo, fomos recebidos pelo Henrique, ou Curupira, que é o coordenador de lá.

 
Curupira e eu. Ele nos falou sobre a sua profissão, sobre como chegou até ela, desde a faculdade, e sobre a atuação do Projeto no manejo das tartarugas-marinhas. A ideia de fazer com que a preservação se torne mais interessante para os pescadores do que a caça é um importante passo que o Projeto deu na preservação destes animais.  


Este carinha simpático aí é um jabuti, da espécie jabuti-piranga. É um réptil totalmente adaptado à vida no solo, seja ela em florestas ou no cerrado. Se alimenta de frutas, verduras e até carne, sendo assim um animal onívoro.

 Esta é a segunda espécie de jabuti, o jabuti-da-amazônia ou jabuti-tinga. Para diferenciá-lo de maneira rápida de seu 'primo', basta olhar para sua cabeça amarela. É o maior jabuti da América do Sul, podendo chegar aos 80kg. Sua dieta é parecida com a do jabuti-piranga.


Este é o Gilmar segurando um macho de jabuti-piranga, para mostrar a concavidade do plastrão (parte de baixo do casco), que serve literalmente para encaixar na fêmea na hora da cópula.


 Esta é a tartaruga-de-ouvido-vermelho, uma subespécie do conhecido tigre d'água. De origem norte-americana, essa tartaruga tornou-se animal de estimação pelo mundo, e causou um tremendo problema ambiental, já que muita gente que a compra não sabe que ela pode chegar a medir mais de 30cm, e quando o animal cresce,  é solto em algum lago ou rio, e já que não é um animal nativo... Problema feito!
 

 Terrário dos tigres d'água. Apenas fêmeas, pois a reprodução dessa tartaruga é muito rápida (o que aumenta ainda mais a questão do problema ambiental que ela pode causar). Todas muito bem alimentadas, convivendo com tilápias e outros peixes.

 Neste terrário há uma tartaruga-mordedora, também conhecida como snapping turtle. Esta tartaruga é nativa dos pântanos estadunidenses, e pode chegar a pouco menos de meio metro de comprimento, pesando cerca de 32kg.


Por fim, os bebês do TAMAR. Neste terrário, podemos encontrar filhotes de tigre d'água e jabutis, e inclusive um filhote de tigre d'água com uma pigmentação diferente no casco! Animais 'diferentes' como esse dificilmente sobreviveriam na natureza, o que torna o TAMAR um local ideal para ele viver, e ainda servir como ajudante da preservação.


Bom, ainda faltam as fotos das estrelas do local, as tartarugas marinhas!

Continue ligado no UrbAnimals, pois as fotos não estão nem perto de acabar!

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